segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Crónicas de Pina Morais na Biblioteca Municipal Municipal Dr. Júlio Teixeira - Vila Real

Trata-se de uma faceta menos conhecida mas muito interessante da actividade literária do escritor duriense.
A colectânea tem o título de Pina de Morais – Crónicas no “Jornal de Notícias” (1942-1950). O trabalho de selecção, organização e notas foi da responsabilidade do Dr. João Luís Sequeira Rodrigues, especialista na obra de Pina de Morais, que já nos tinha proporcionado um importante estudo sobre o mesmo. A obra sai com a chancela da editora Labirinto, de Fafe.
In jornal notícias de vila real
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
"Encantos Agrestes" Apresentado em Braga

Trata-se de um conjunto de quinze crónicas que o autor, que tem cultivando a poesia e a crónica, contando com vários prémios literários, revela terem sido baseadas em factos reais, algumas denotando um acentuado cariz auto-biográfico. Entre elas, destaca o conto a que deu o título “O Fecisco”, dedicada a José Teixeira Gomes Machado, “Incansável promotor da cultura popular, destacando-se nomeadamente no folclore, tanto na vertente das danças e cantares, como no estudo e preservação dos trajes regionais do baixo Minho” e, segundo as palavras do autor, fundador da “Rusga de S. Vicente há quase 45 anos, hoje um dos agrupamentos populares mais conceituados da cidade”.
Sobre o autor e a sua obra, falou-nos o escritor Cláudio Lima, cujo texto da apresentação passamos a transcrever:
Temos entre nós, afortunadamente, um punhado de escritores que, seja através da ficção, da pesquisa ou da crónica registadora, vai contribuindo regular e eficazmente para preservar e transmitir a memória das nossas gentes e das nossas coisas; escritores que assumem o testemunho inestimável e responsabilizante de seus próceres do passado, enriquecendo-o num processo aberto e fecundo de análise, interpretação, convergência/divergêrncia dialéctica e interactividade. Valores de hoje que sabem onde as melhores fontes, os mais preciosos filões da geografia cultural do Minho: José Augusto Vieira, Avelino de Jesus Costa, Conde d’Aurora, o trio de Sampaios: Alberto, Gonçalo e António Rodrigues; Martins Sarmento, Abel Salazar, Manuel Monteiro, etc.; tantas e tão exímias figuras que através das várias áreas do saber e de uma dedicação sem limites estudaram a nossa vida comunitária ao longo dos tempos, desenrolada desde os picos agrestes dos nossos montes, às viçosas veigas dos nossos vales.
Mas é de ficção que hoje tratamos. Sem dúvida, também ela vinculada à nossa realidade, às nossas tradições, ao nosso devir. Uma ficção que, hoje como ontem, vai alimentar-se ao mais profundo do nosso húmus colectivo, nele haurindo as virtualidades peculiares que o tempo consolidou, aquela energia inesgotável e aquele atavismo arreigado que fez e faz de nós personagens vivas, protagonistas interventivos, agentes tenazes na preservação de valores e impulsão de progresso no contexto regional e nacional. Ficção que regista nomes prestigiados do passado como Teixeira de Queiroz, Tomaz de Figueiredo, Manuel de Boaventura, Conde de Arnoso, Júlio Brandão, Luís de Almeida Braga, Maria Ondina Braga, João Marcos, Sá Coimbra, etc., — um longo e inestimável elenco que vai engrossando com a contribuição, qualitativa e quantitativamente expressiva, dos nossos prosadores ficcionistas de hoje, de que refiro alguns exemplos, sem menosprezo pelos muitos que terei de omitir. Couto Viana (que só numa fase avançada da sua fecundíssima vida literária desbloqueou a veia de contista), Maria do Pilar Figueiredo, João Lobo, Fernando Pinheiro, Jaime Ferreri, José Abílio Coelho, Pompeu Miguel Martins, Luisa Monteiro, Orlando Ferreira Barros.
Num breve, mas denso e perspicaz Prefácio à obra agora em apreço, Artur Coimbra, ilustre poeta e investigador fafense, a determinado passo diz o seguinte: “(…) estamos em presença de uma obra adulta, que vai no sentido da confirmação do autor como um fabuloso contador de histórias. São contos sentidos, alguns de manifesto cunho autobiográfico, outros bem conseguidos exercícios de criação ficcional. Genericamente são estórias de vida — da sua e das que lhe são ou foram próximas. Relatos da memória da sua aldeia natal — Cepães — e da sua infância feliz (…). Crónicas das suas vivências em Angola, dos lugares para onde foi obrigado a ir combater, a contragosto (…)”.
Por sua vez, o Autor, em Duas palavras essenciais introdutórias, onde memoriza a génese e o estímulo destes textos, lembra o critério ordenador adotado: “O discernimento da sua apresentação é estritamente de ordem cronológica. Assim, o primeiro (Refúgio dos Infelizes) data de 1967 e o último (De Braga a Mondoñedo) de 2005. Trinta e oito anos de distância os separam”.
Temos pois dois contributos preciosos para situar no tempo histórico e no cânone narrativo este conjunto de textos, a que o Autor confere o rótulo genérico de contos. Quanto ao tempo histórico, num cômputo de quase quatro décadas, ele é evidente e determinante nas motivações que subsistem nesta dezena e meia de textos. Com efeito, eles atravessam e registam um tempo português que assiste aos últimos estertores de um regime totalitário e ao emergir de um outro, libertador e libertário, balizado pelo 25 de Abril de 1974. Quanto ao rótulo aglutinador dos diversos e heteróclitos textos, — contos — , remeta-se ao parágrafo acima transcrito de Artur Coimbra onde ele, com argúcia interpretativa, fala em “contador de histórias”, “contos”, “estórias”, “relatos da memória”, “crónicas das suas vivências”. Uma visão disjuntiva de um conjunto considerado de contos, na ótica de quem os escreveu e catalogou. Aceitemos a heterogeneidade apontada pelo crítico, até pelo facto de ela em nada apoucar ou desmantelar uma certa homogeneidade intrínseca na revelação da mundividência do Autor.
Seria longa e provavelmente desinteressante para uma fruição posterior, resumir aqui cada uma destas quinze peças. Obrigar-nos-ia a longos parágrafos sobre várias temáticas dominantes: a mísera condição social dos nossos pescadores e trabalhadores rurais (Refúgio dos infelizes, Reviver o passado, A vendedeira de castanhas, A bicicleta); a guerra colonial, suas cicatrizes e suas sequelas ( Corações tristes, O desertor, O Malaquias Cambuta); uma crescente e afirmativa consciência social das populações vítimas de exploração (Mais uma página de Luta, A ovelha tresmalhada, O bufo Marteladas, As voltas da Conga). As quatro últimas do livro, não cabendo, em rigor, em qualquer das categorias ou universos descritos, merecem, porém, igual referência. São elas A menina enjeitada, título e enredo tipicamente camilianos, em que o Autor faz uma incursão histórica pela nossa emigração para o Brasil no séc. XVIII, em plena agudização das lutas liberais; O Fecisco, figura típica da estúrdia bracarense, cicerone aplaudido pela malta estudantil em noctívegas deambulações pelos tasquinhos do burgo; Três noites no Soajo, que parte de uma verosímil viagem de estudo, por parte de uma estudante coimbrã, rumo àquele povoado típico do Minho serrano, para derivar para um complicado e absorvente envolvimento de almas penadas e rituais de resgate a que se viu compelida; finalmente, De Braga a Mondoñedo, é um dos textos em que a designação de conto menos se apropria. Começa por historiar o bispado de Dume e sua destruição pela Moirama em meados do séc. IX e a viagem de estudo que o Autor (na primeira pessoa) empreendeu à localidade galega de Mondoñedo, para onde, com autorização régia, o bispo-abade Sabarico transferiu a sede dumiense, por força da ocupação sarracena. Aqui, como em muitos outros momentos, registemos a apetência e a aptidão do Autor para escavações de natureza histórica.
Mas não só; ao longo de mais de duzentas páginas de que se compõe o livro, vinculados por uma escrita sóbria e diligente, muitos são os momentos em que o Autor projecta no fluxo narrativo, sem eufemismos nem redundâncias, as suas convicções sócio-políticas, os seus valores ético-humanitários. Poder-se-á dizer que o sentimento de justiça ou da ausência dela, constituem-se em preocupação e em denúncia dominantes. Sem configurar um livro-libelo, um quadro ficcionista ao serviço de estratificações ideológicas, não erraremos se apontarmos frequentes laivos do realismo gorkiano de A Mãe ou do neo-relismo de Soeiro Gomes de Esteiros, entre outros. Deparamos aqui, efectivamente, com figuras humildes, exploradas e espoliadas da sua dignidade, atiradas para um quadro da mais espinhosa sobrevivência e desiludidas da mais ténue réstia de esperança.
Muito de real e memorizado carreou José Salgado Leite para este livro; livro que não é inocente nem inócuo. Em contos mais regulares e noutros mais resvalados para géneros tais como a biografia ou a crónica, — é sempre um escritor empenhado que se afirma e impõe; um espírito que procura estar em sintonia com o seu e nosso tempo, seja na denúncia de todos os atropelos à dignidade humana, seja na solidariedade com as vítimas deles.
Braga, Nov. 2009
Cláudio Lima
"Crónicas de Todo o Tempo" apresentado na Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva
Nascida em Refojos, em 1952, Fernanda Carneiro, escreve de forma singela, num estilo corredio e revela as memórias que a autora procura avivar com registos e opiniões escritas com cunho próprio.
Memórias do passado, por vezes recente, mas que reflectem as vivências e protagonistas de outras eras.
A publicação de três livros e os temas que versam são o reflexo da simplicidade da autora e do gosto que tem pela sua terra e pela gente de Cabeceiras de Basto.
Partindo do pouco, Fernanda Carneiro foi-se interessando por estes temas, indagando e remexendo com dedicação e paixão, na «história» de Cabeceiras, trazendo ao de cima o seu amor pelas coisas, por vezes pequenas, mas que enchem de orgulho os cabeceirenses.
Com a publicação de três livros, Fernanda Carneiro cultiva a «memória» dos seus antepassados, testemunhos da nossa história e do modus vivendi destas gentes de Basto.
De referir ainda que esta sessão contou com a presença do Engº Joaquim Barreto, Presidente da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, bem como do Deputado da Assembleia da República, Dr. Ricardo Gonçalves, encarregues de fazer a apresentação da autora e da obra respectivamente, bem como outros autarcas, familiares, amigos e convidados em geral que ali se deslocaram para ouvir falar sobre «crónicas de todo o tempo».
domingo, 29 de novembro de 2009
Lançamento de mais duas obras com a chancela da Labirinto
Realizou-se, no passado dia 21 de Novembro, em Lisboa, o lançamento de mais duas obras com a chancela da Editora Labirinto. A primeira apresentação decorreu, pelas 15h,30, na “Livraria Pó dos Livros”, sita na Avª Marquês de Tomar, 89 A, da referida cidade. O livro em destaque, “rumores para a transparência do silêncio”, conta com a poesia de Daniel Gonçalves e com o trabalho fotográfico de Pepe Brix. A sessão teve o seu início com uma alocução do editor, João Artur Pinto, que achou por bem frisar, não só o facto da “Labirinto” estar comemorando os seus dez anos de existência numa fase de notório desenvolvimento, mas também alguns dos pressupostos que têm estado na base do caminho da Editora, nomeadamente o bom clima existente entre todos os seus colaboradores e autores, assim como a facto da Editora não interferir, seja em que parâmetro for, na liberdade de criação dos vários escritores que aí publicam, já que apenas um critério se lhe apresenta como relevante, o da qualidade. O livro do poeta Daniel Gonçalves e do fotógrafo Pepe Brix foi depois apresentado pelo também poeta João Ricardo Lopes, que o caracterizou como sendo um “poemário fotográfico” belo, depurado e onde o aspecto dialógico entre poemas e fotografias funciona de um modo marcado pela subtileza e pelo lirismo. João Ricardo Lopes enumerou igualmente alguns aspectos que se anunciam como características fundamentais da obra: a inexistência de numeração e/ou títulos que possibilitam a abertura a uma multiplicidade de inícios e de finais da narrativa; a acuidade do diálogo poemas/fotografias numa espécie de miscigenação entre estes dois vectores; o facto das palavras e das imagens, nessa complementaridade que entre si assumem, enfatizarem o conceito de viagem. João Ricardo Lopes pormenorizou depois este último aspecto da sua visão do livro: referindo que a necessidade de viajar do (e no) poeta correspondia a uma necessidade de se evadir e de buscar uma obra infinitiva… A esta preocupação corresponderiam as fotos de Pepe Brix, que, visando universos urbanos e humanos, organizados ou caóticos, informam de uma vincada eloquência. Finalmente, e após uma exemplificação das teses avançadas com algumas das fotos, o apresentador da obra referiu ainda a dimensão interrogativa da poesia de Daniel Gonçalves, conjugando-se esta, pertinentemente, com a capacidade das fotografias de Pepe Brix em apreender os instantes vividos pela existência humana, para, a partir deles, lhes agigantar o seu universo de significação. João Ricardo Lopes, no final da apresentação, considerou ainda Daniel Gonçalves como um nome incontornável da novíssima geração de poetas.
Mais tarde, pelas 17h,30, na “Livraria Trama”, na Rua S. Filipe Nery, na cidade já referida, um outro nome importante da poesia portuguesa contemporânea apresentou a sua última obra, referimo-nos a Graça Pires e ao seu novo livro - “ O silêncio: lugar habitado”, Prémio Nacional Poeta Ruy Belo 2008. O Blogue da Editora postará muito em breve os aspectos relevantes deste evento.
terça-feira, 17 de novembro de 2009
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
I Encontro Hispano-Marroquino de Poesia em Tétouan
Publicada por Inês Ramos no blog porosidade etérea
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
"rumores para a transparência do silêncio" de daniel gonçalves e fotos de Pepe Brix
quarta-feira, 22 de julho de 2009
On the air.
On the air.
Para Cristina e João Arthut
No meio do planeta,
no pequeno vídeo atrás da poltrona
da aeronave que flutua sobre as nuvens,
levando-me , sem cessar, para casa.,
a linha imaginária que um diminuto
avião acaba de cruzar. Sei lá o que
me espera? A conta atrasada do
telefone? O computador lento
demais? Nem mulher nem filhos,
cada um para seu canto. Tudo me espera.
A dose que me cabe da realidade.Enquanto
isso, no vídeo atrás da poltrona,
o diminuto avião está cruzando o
Equador, sobre a miniatura do planeta,
e me leva cada vez próximo de casa.
Ildásio Tavares
quinta-feira, 16 de julho de 2009
terça-feira, 14 de julho de 2009
quinta-feira, 9 de julho de 2009
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Carlos Vaz assinala Dez Anos de Vida Literária na Feira do Livro que viu nascer!
segunda-feira, 29 de junho de 2009
"As Vindimas da Noite" na Livraria Centésima Página
"Chave de Ignição" na Biblioteca Municipal de Sesimbra
Biblioteca Municipal de Sesimbra
Sala Polivalente
ENCONTROS SERÕES
HISTÓRIAS DE SEMPRE
Dia 16 Julho (quinta-feira) 21.30h
L a n ç ame n t o d e l i v r o d e p o e s i a
Chave de Ignição
de Ruy Ventura (Editora Labirinto)
“ (...) poemas de qualidade invulgar, revelando
uma poesia com amplo sentido inventivo
associado a um amadurecimento
verbal que o é de uma experiência poética.”
Fernando Guimarães in “Jornal de Letras”
terça-feira, 23 de junho de 2009
segunda-feira, 22 de junho de 2009
terça-feira, 19 de maio de 2009
POETA BRASILEIRO LANÇOU LIVRO EM FAFE
No passado dia 14, teve lugar na Biblioteca Municipal de Fafe o lançamento do livro de poesia As Flores do Caos, de Ildásio Tavares. A obra, editada pela Editora Labirinto (de Fafe) foi igualmente apresentada em Lisboa, dois dias depois, na Livraria Pó dos Livros. A apresentação (nas duas cidades) coube ao escritor amarantino António José Queirós.
Nascido na Fazenda São Carlos, hoje cidade de Gongogi, a 25 de Janeiro de 1940, e residente em Itapuã, Bahia, Ildásio Tavares é um dos grandes nomes da literatura do Brasil. Pertence à chamada geração da Revista da Bahia. É formando em Direito e em Letras pela Universidade da Bahia, com mestrado feito na Southern Illinois University (EUA), doutoramento na Universidade Federal do Rio de Janeiro e pós-doutoramento na Universidade de Lisboa. A sua vasta obra literária já lhe valeu alguns dos principais prémios brasileiros.
Com raízes em Ponte de Lima (donde era natural um seu avô) foi, curiosamente, a Câmara de Fafe a patrocinar esta belíssima edição de 68 sonetos (género literário que Ildásio Tavares domina com rara mestria). Ainda bem que essa autarquia o fez, já que, com esse gesto, propiciou a vinda a Fafe de um extraordinário comunicador. De facto, quem teve o privilégio de ouvir Ildásio Tavares seguramente guardará uma indelével recordação dessa noite “mágica”. Momentos como o que aconteceu na noite do dia 14 são cada vez mais raros. Como disse um dos presentes, foi “uma lufada de ar fresco”, um parêntesis nos dias tristes, cinzentos e pessimistas que se vivem em Portugal. Saravá, Ildásio! Saravá, Brasil!
João Artur Pinto
sexta-feira, 15 de maio de 2009
terça-feira, 12 de maio de 2009
Maria do Sameiro Barroso vence Prémio de Poesia António Patrício 2008
Maria do Sameiro Barroso é a vencedora do Prémio de Poesia António Patrício 2008, atribuído pela SOPEAM (Sociedade Portuguesa de Escritores e Artistas Médicos) com o livro As Vindimas da Noite (Editora Labirinto). O prémio será entregue no próximo dia 16, às 10h da manhã, na Ordem dos Médicos.
Este livro foi destacado como um dos quatro melhores livros de 2008 pelo Diário de Notícias.
Maria do Sameiro Barroso, nascida em Braga, é licenciada em Filologia Germânica, em Medicina e Cirurgia, pela Universidade de Lisboa. Inicialmente vocacionada para a poesia, tem vindo a alargar a sua actividade à tradução de autores de língua alemã, ao ensaio e à investigação no âmbito da História da Medicina.
Obra Poética:
O Rubro das Papoilas, 1.ª ed. 1987; 2.ª ed.1998.
Rósea Litania, 1997 (prefácio de João Rui de Sousa).
Mnemósine, 1997 (prefácio de António Ramos Rosa)
Jardins Imperfeitos, 1999.
Meandros Translúcidos, Labirinto, 2006 (prefácio de António Ramos Rosa).
Amantes da Neblina, Labirinto, 2007 (prefácio de Maria Teresa Dias Furtado).
As Vindimas da Noite, Labirinto, 2008.
Para além do Prémio de Poesia António Patrício 2008, Maria do Sameiro Barroso já tinha ganho o mesmo prémio em 1999 com o livro Jardins Imperfeitos. Recentemente, ganhou o Prémio Poesia Palavra Ibérica 2009 com o original Uma ânfora no Horizonte, instituído pela Câmara Municipal de Vila Real de Santo António, numa parceria com o Ayuntamiento de Punta Umbria e com a colaboração de Sulscrito – Círculo Literário do Algarve. Este último, será entregue no próximo dia 13, em Vila Real de Stº António, durante as comemorações da fundação daquela cidade.
terça-feira, 31 de março de 2009
"Olhão - A Força das Marés" de José Honrado Miranda
José Honrado Miranda é uma personalidade amplamente conhecida em Olhão e grande defensor das causas Olhanenses.
A Mesa foi constituída pelo Vereador da Cultura da Câmara Municipal de Olhão, João Peres, pelo Doutor Varela Pires, pelo autor José Honrado Miranda e pelo representante da editora Labirinto, João Pinto.
Assistiram ao acto a Presidente da Junta de Freguesia de Olhão, familiares do escritor, representantes das actividades económicas, culturais e desportivas do Concelho, autarcas, poetas, jornalistas, e muitos amigos do autor. O Vereador da Cultura fez o protocolo, teceu algumas considerações à ficha técnica do livro, sublinhou que a capa da publicação é da autoria do professor José Delgado e recordou a amizade e o bom convívio que tem mantido com o José Honrado Miranda e passou a palavra ao orador convidado para falar sobre a obra Doutor Varela Pires que explanou paulatinamente com algum rigor sobre a denominada obra literária “Olhão - A força das Marés”, de José Honrado Miranda e introduziu de forma primorosa a vivência e conhecimento do autor sobre a Vida Olhanense e a valorização desta primeira edição – um bom contributo para a história de Olhão e da sua gente.
José Honrado Miranda, convidado a usar da palavra, falou sobre a edição do seu livro e recordou com muita nostalgia a sua infância vivida em Olhão e alguns dos factos passados com os seus amigos de juventude, não esquecendo cantarolar algumas das cantigas do seu tempo.
A poesia do Victor

Este livro tem sido uma surpresa estupenda. Ando a vivê-lo com o vagar aconselhável às melhores obras. Ando a demorar-me em cada poema e a caminhar sobre ele, porque o Victor traz na sua poesia narrativas que são literatura com vida por dentro e também convites a que com ela se viva, a que o leitor frua e seja ele mesmo nas ilhas, nas manhãs, na dança e nas ausências.
Confesso-me em plena fase de paixão por este livro. Há muito que não me vinha parar às mãos um texto assim. E ainda por cima do Victor Oliveira Mateus, meu tão querido tradutor e Homem de invulgar generosidade e entrega à literatura.
Ando com um livro a fazer-me feliz e a melhorar substancialmente os meus dias, tão questionáveis na sua gestão e no que deles possa sobrar. E isso é muito para um livro. Quando falo de literatura aos mais novos alerto-os sempre para o facto de, em primeiro lugar, a literatura poder servir-lhes a felicidade, se for genuina, se for verdadeira, se tiver génio. E esta voz irresistível da poesia do Victor tem isso tudo. Há muito que não visitava uma poesia com tanta acção no seu interior, com tanta história e, sendo história, com tanta poética dentro.
Deixo a este livro e ao seu poeta, um último comentário em forma de poema:
Não tenho passos que cheguem, hoje.
Por isso vou nos teus pés caminhar pela ilha
e nos teus olhos dar testemunho
do coração que, por ali,
fizeste chegar à mais última das manhãs,
depois de ter sido perfeito o mundo,
depois de a teres abandonado
para que se não deteriorasse
quando fosse memória.
Posted by Pompeu Miguel Martins, in http://maquinaroyal.blogspot.com/
quarta-feira, 25 de março de 2009
21 de Março, Dia da Poesia
O evento teve lugar no espaço cultural da Somafre, empresa de construções, tendo decorrido numa sala repleta e num ambiente, já habitual nesta Editora, de partilha de afectos e gosto pela literatura.
A representar a Editora, em substituição de João Artur Pinto, ausente por motivos familiares, esteve Maria do Sameiro Barroso que salientou a qualidade da obra de Victor Oliveira Mateus, bem como o seu contributo para a expansão da Editora, sediada em Fafe, na região de Lisboa.
Seguiu-se a apresentação do livro a cargo da romancista e ensaísta Maria Lucília Meleiro, que definiu os núcleos e as linhas condutoras da obra. Após a citada apresentação, Victor Oliveira Mateus agradeceu àqueles que, segundo ele, tinham contribuído para a prossecução deste seu projecto. A actriz Eugénia Bettencourt ilustrou a sessão com a sua pessoalíssima leitura de alguns poemas.
Este lançamento terminou com a habitual sessão de autógrafos e um beberete oferecido pelo Engenheiro Carlos Freire, Administrador da Somafre

segunda-feira, 16 de março de 2009
quinta-feira, 5 de março de 2009
DIA MUNDIAL DA POESIA

A apresentação deste novo livro de poesia de Victor Oliveira Mateus estará a cargo da escritora Maria Lucília Meleiro e alguns dos poemas serão depois ditos pela actriz Eugénia Bettencourt.
Este evento ocorrerá no dia 21 de Março pelas 16h no espaço cedido pela Empresa Somafre (Pólo Tecnológico de Lisboa, Rua I, Lote 25, 1600-548 Lisboa) para acontecimentos de carácter cultural.
No final da sessão será servido um beberete.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
Gabriela Funk no Programa "Atlântida" de 3 de Janeiro de 2009
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