quarta-feira, 5 de setembro de 2007

Editora Labirinto dá à estampa a edição n.º 3 da colecção afectos com o Título Liberdade

A editora Labirinto deu recentemente à estampa o livro "Afectos Liberdade". Liberdade é o número 3ª da colecção afectos pequenos formatos, que reúne ao longo das suas quarenta página textos poéticos e trabalhos gráficos.
Afectos Liberdade colige 19 inéditos dos poetas: António Queirós, António Ramos Rosa, António Salvado, Artur Ferreira Coimbra, Carlos Vaz, Casimiro de Brito, Cláudio Lima, Daniel Gonçalves, Gisela Ramos Rosa, Isabel Leonor Forte Salvado, Laura Cesana, Isabel Wolmar, Juliana Miranda, Maria do Sameiro Barroso, Maria João Fernandes, Maria Teresa Dias Furtado, Pompeu Miguel Martins, Rui Lage e Victor Oliveira Mateus.
A antologia conta igualmente com trabalhos gráficos dos artistas Ângela Mendes Ferreira, César Taíbo, João Artur Pinto, João Luís Dória, Maria Helena Delgado, Mário Bruno Cruz e Manuela Justino.
Em jeito de apresentação pode ler-se: "A celebração da liberdade num pequeno formato, directo ao coração e ao pensamento. Uma espécie de bala certeira a rebentar nas manhãs do nosso pensamento, nas tardes solitárias ou nas noites propícias à preparação do mundo.
A liberdade num livrinho assim, como se fosse o coração inocente e puro, o mais perigoso e mais promissor, o mais de amanhã que é possível, dentro das impossibilidades históricas que sempre estiveram na génese de toda a ousadia que nos liberta."
João Artur Pinto, presidente da Labirinto, sublinha "esta singela publicação conquistou já o coração quer dos seus múltiplos colaboradores, quer o do publico, que tem aumentado em cada edição", cumprindo-se assim o papel da editora, no sentido de alicerçar, de lembrar e celebrar a arte poética.

quarta-feira, 4 de julho de 2007

Máquina Royal de Pompeu Miguel Martins


Máquina Royal (Diário 2003-2004)
de Pompeu Miguel Martins

Casa Fernando Pessoa, dia 6 de Julho, 18h30
Apresentação por Carlos Vaz e Catarina Nunes.

sexta-feira, 29 de junho de 2007

9ª FEIRA DO LIVRO

Vila Praia de Âncora
Decorrerá, de 30 de Junho a 8 de Julho de 2007, na Praça da República, a 9ª Feira do Livro de Vila Praia de Âncora. O período de funcionamento da Feira será entre as 16 h e as 24 h, com excepção feita para o dia inaugural, que começará pelas 21 h.O programa cultural irá, mais uma vez, privilegiar a produção literária. Destaque para o lançamento do livro de Carlos Vaz “Capricho 43”, da editora Labirinto, no dia inaugural, durante a cerimónia de abertura, pelas 21:30 h. Ao longo da semana, teremos o prazer de poder contar com presença dos escritores José Viale Moutinho, no dia 2 Julho pelas 21:30 h, e no dia 3 o escritor e editor Jorge Reis-Sá, no mesmo horário. Estes escritores promoverão uma sessão de autógrafos e conversas informais com os leitores, dando assim a conhecer as suas últimas obras.

Comissão Organizadora da Feira do Livro

quarta-feira, 23 de maio de 2007

antologia poética "Um Poema Para Fiama"


No âmbito do Dia do Autor Português que se comemora no dia 22 de Maio, a Editora Labirinto deu à estampa a antologia poética Um poema Para Fiama, que será apresentada no próximo dia 25 de Maio, pelas 18h30, na Casa Fernando Pessoa – Rua Coelho da Rocha, n.º 16, Lisboa.
Um Poema Para Fiama, será apresentada pela professora e escritora Maria Teresa Dias Furtado e da escritora Maria do Sameiro Barroso, organizadoras da obra.

Segundo Maria Teresa Dias Furtado que prefaciou Um Poema Para Fiama, "inscreve-se esta iniciativa editorial – entre muitas que certamente surgirão – num gesto sincero de homenagem à Obra Poética de Fiama Hasse Pais Brandão, que se destaca na Poesia Portuguesa como uma das maiores da segunda metade do século XX. Surge igualmente como manifestação espontânea de afecto neste momento de solidariedade e pesar, por já não a termos fisicamente entre nós.
Nesta altura em que os versos lidos, ouvidos e vividos por dentro, afluem à memória e ao coração, a reacção de muitos Autores que escrevem Poesia com preocupação de rigor, apresentou-se de imediato através do envio dos poemas que neste volume se publicam…"

O livro reúne ao longo das suas oitenta páginas, cinquenta e três inéditos dos seguintes autores: Alexandre Vargas, Anna Hatherly, Ana Marques Gastão, Angelina Costa Lima, António Graça Abreu, António José Queirós, António Salvado, Artur Coimbra, Carlos Vaz, Casimiro de Brito, Cláudia Storz, Daniel Gonçalves, Ernesto Rodrigues, Eva Christina Zeller, Fernando Guimarães, Fernando J. B. Martinho, Gisela Ramos Rosa, Gonçalo Salvado, Helena Carvalho Buesco, Henrique Manuel Bento Fialho, Inês Lourenço, Isaac Pereira, Isabel Cristina Pires, Jaime Rocha, Joana Ruas, João Ricardo Lopes, João Rui de Sousa, Joaquim Cardoso Dias, Jorge Listopad, Jorge Reis Sá, José Agostinho Baptista, José Félix Duque, José Manuel de Vasconcelos, José Tolentino Mendonça, Josiane Alfonsi, Luís Quintais, Maria Andresen, Maria do Sameiro Barroso, Maria João Fernandes , Maria João Reynaud , Maria Teresa Dias Furtado, Maria Teresa Horta, Paulinho Assunção, Pedro Eiras, Pompeu Miguel Martins, Regina Gouveia, Rita Taborda Duarte, Rui Costa, Ruy Ventura, Urbano Tavares Rodrigues, Valter Hugo Mãe, Victor Oliveira Mateus, Victor Oliveira Jorge e Maria Figueira da Silva, artista plástica, autora da pintura da capa.

terça-feira, 15 de maio de 2007

Dia 18 de Maio, 18h30
Teolinda Gersão apresenta o Livro de Ritmos (
Editora Labirinto) de Maria Teresa Dias Furtado.
Leitura de poemas por Isabel Wolmar.

Entrada livre.

Casa Fernando Pessoa
Rua Coelho da Rocha, nº 16
1250-088 - Lisboa Portugal
Telf: + 351 21 391 32 75
www.mundopessoa.blogspot.com

Livro de Ritmos, de Maria Teresa Dias Furtado, é uma colectânea de poesia escrita durante de 2002 e 2003 e que a autora edita agora pela Labirinto.
Segundo M.T.D.F. os textos desta obra concentram-se num “conceito lato de ritmo, por um lado associado à música, por outro, ao pulsar da natureza e de cada acontecimento vivido directa ou indirectamente”. Podemos encontrar a chave para a leitura desta bela obra, compreendendo o uso da epígrafe de António Ramos Rosa, sobre a porta de entrada destes poemas: “O ritmo é um elemento essencial da construção porque é ele que a unifica e lhe proporciona a habitabilidade de um espaço”.
Na verdade, geralmente definimos o ritmo, do latim rhythmu/rhythmos, como uma sequência regular de tempos fortes e tempos fracos, numa frase musical ou também como um movimento com sucessão regular de elementos fortes e fracos, e etc. Paradoxalmente o Livro de Ritmos são todos estes e - in aequo - também nenhum deles. Passo a explicar, o ritmo exterior das coisas da natureza, das “sonoridades do espaço”, brota de uma forma distinta na poesia, pois “cada coisa” tem a sua forma, por vezes silenciosa, de vibrar, quer através da cor quer pelo próprio som, contudo o ritmo principal da obra literária é principalmente o do som silencioso que nos aclama de um espaço interior, que nos chega “na vibração das imagens” e na “vibração das letras”. Sendo assim, a leitura tem, como vimos, uma fruição de ritmo interior, enquanto a música e os sons da natureza trazem a fruição exterior das coisas. A sonoridade, cadência ou vibração que M.T.D.F. procura é a que começa no silêncio imutável do espaço, uma vez que “o espaço é percorrido por passos sem rasto visível”, transfigurado na figura de um “rio”, ao longo destes poemas, rio esse que existe na conformidade do ser que está à escuta do espaço interior do mundo. No dizer da autora, “cada imagem cada som cada ruído pertencem à atenção de quem perscruta o mundo”, por isso “o rigor poético da imagem” fascina os seres que usam a poesia como instrumento para verem e ouvirem mais e melhor, já que “vê mais quem vê com o Poeta”.
Em jeito de conclusão podemos ainda referir que o Livro de Ritmos é, de uma forma sucinta, o ritmo da pronunciação do olhar sobre o som ou vibração interior de cada ser face ao seu poema


in: blog de Carlos Vaz

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